Olá, amigos. Nesse post eu vou abordar um tema bem delicado para a maioria dos distribuidores de empresas de marketing de rede,
que é como apresentar sua oportunidade à todos os seus contatos sem se
tornar “o chato”. Quem está envolvido com essa indústria sabe o quanto
de repulsa encontramos, as vezes, na hora de convidar alguém para uma
apresentação de oportunidade de negócio. Muitas pessoas, inclusive, até
gostam da idéia da renda extra, da liberdade financeira, da
flexibilidade de horários, etc, mas mesmo assim, não se envolvem com o marketing de rede
simplesmente para não terem que convidar os contatos de seu círculo de
relacionamento e vir a ser tachados por eles de inconvenientes,
inoportunos, “mmnlóide”
, etc, etc. etc.
A verdade, porém, é que falar do seu negócio para
alguém não tem problema nenhum e “inconveniente”, só se torna quem quer –
geralmente quem age com amadorismo. Pare e pense, se você fosse dono de
uma loja de carros, de roupas, de eletrônicos ou de qualquer outra
coisa, todos os seus amigos não saberiam disso? E na oportunidade certa
você não os ofereceria seus produtos ou serviços? Bem, não há nada de
errado em amigos fazerem negócios entre si e, acredite, seus amigos não
ficariam nenhum pouco incomodados se um dia você os dissesse: “fala,
Pedro, e aí, tudo bom contigo? Olha, acabei de abrir uma loja de
autopeças. Fica aqui com meu cartão para o caso de algum dia teu carro
te deixar na mão”. Tenho certeza que Pedro até ficaria grato e nem de
longe lhe passaria pela cabeça que você é um chato. É claro que quando
estamos a convidar alguém pra uma apresentação de negócios, estamos
propondo muito mais que uma simples compra de produtos, mas sim uma
mudança radical na vida da outra pessoa e isso torna as coisas um pouco
mais complexas. Mas mesmo assim, há como fazer esse convite à todos os
seus amigos sem que eles se incomodem.
A estratégia que utilizo com minha lista quente chama-se “era uma vez”
Bem, não estou lhe aconselhando que faça o que vou dizer aqui. Na
verdade, a maneira que utilizo é a melhor para mim, mas pode não ser pra
você. De fato, muitas linhas ascendentes podem dizer que você precisa
ser mais “agressivo” em seus negócios, se quiser ter sucesso. Cabe a
você decidir se prefere ser não tão agressivo ou chato. O que penso é
que ser muito agressivo pode até render muitos cadastros à sua downline,
mas isso nada quer dizer. As pessoas que entram no MMN
simplesmente pra livrar-se de um chato ao seu ouvido, nada renderão. A
maioria das histórias que já ouvi de pessoas que dizem não suportar o marketing de rede
teve seu início justamente devido a uma abordagem, digamos,
comercialmente agressiva. Então, a estratégia que eu utilizo é ser um
pouco mais pacato e falar com meus amigos apenas uma vez! E nada mais. A
partir daí é com eles. E pense comigo, você não precisa trabalhar com MMN
para ser tachado de inoportuno. Imagine que se toda vez que encontrasse
o Pedro, fosse badalar a mesma história da loja de autopeças no ouvido
dele; imagine se toda sexta a noite, fosse oferecer seus produtos “da
China” à sua roda de amigos na mesa do bar; imagine se passasse todas as
aulas tentando recrutar seus amigos na faculdade. Não tenho dúvidas de
que a gratidão do Pedro se transformaria em ódio dessa vez, mesmo sem se
tratar de uma oferta de MMN. Mas por que ouvimos histórias de
profissionais de MMN que agem assim? Talvez seja a tal da agressividade,
tão estimulada. Mas acho que isso não seja tudo. Creio que muitos
fatores psicológicos estão envolvidos no negócio do marketing de rede e
eles causam muita ansiedade, sobretudo, em quem está iniciando no
negócio – daí o fato da pessoa só querer falar nisso, a todo instante.
Converse com algum profissional de multinível
mais experimentado e talvez nem venha a saber de primeira que ele
trabalha com MMN, a não ser que o momento seja realmente muito oportuno
(então, com certeza, ele não deixará passar em branco). Essa é a
diferença: quem age com profissionalismo sabe que há hora pra tudo! Sabe
que há hora para trabalhar e hora para relaxar; hora para ser
profissional e hora para ser apenas uma pessoa normal! Isso está na
Bíblia, então, pelo amor de Deus, entenda que há hora pra falar e hora
pra ficar calado. E não vá ficar enchendo o saco dos seus amigos a todo
instante – na melhor das hipóteses o que as pessoas que agem assim
conseguem é denegrir a imagem do multinível. Se você é novo nesse
negócio, controle sua ansiedade. Entenda que esse é um negócio de longo
prazo, que você precisa agir com senso de urgência, mas, paciência, se o
momento não for ideal pra convidar alguém hoje, que convide amanhã.
Ninguém vai morrer por isso!
Depois de falar (apenas uma vez) com seu amigo, era uma vez pra ele… Próximoooo!
Uma coisa, porém, deve ser levada em consideração: fale com todos os
seus amigos. Não deixe passar um, sequer. Nada dói mais no coração do
que saber que um amigo seu entrou na mesma empresa que você está,
através de outra pessoa, só porque você não o convidou primeiro. Fale
com todos de maneira despretensiosa e relaxada, tendo em mente que o
importante é que eles saibam que você está no negócio, para o caso de se
uma outra pessoa os convidar eles se lembrarem que você já fez isso.
Pode até ser que não tenham se interessado no momento que você os
convidou e venham a se interessar no futuro, ou através da apresentação
de outra pessoa, mas aí eles já sabem que você os chamou primeiro e será
uma questão de consciência, da parte deles. Bem, eu não sei até que
ponto essa minha teoria lhe agradou, mas o fato é que ela me ajudou
muito. Quando iniciei no MMN fiquei meio receoso de
convidar algumas pessoas, por puro preconceito. Penso que isso aconteça
com todo mundo. Quando refleti e entendi que falar do meu negócio não
poderia aborrecer ninguém, a menos que eu ficasse batendo na mesma tecla
o tempo todo, isso me deixou tranquilo para convidar todo mundo. Eu
entendi que o MMN não torna as pessoas chatas ou inconvenientes, elas é
que se deixam tornar. Então, adotei essa postura: falo uma vez e pronto.
Não fico a toda hora chamando a mesma pessoa (isso irrita ela e me faz
perder tempo). E juro que isso já me rendeu bons frutos. Você verá que
ao agir dessa maneira as pessoas ficarão até mais interessadas e
curiosas, pois, o que elas esperam é que você torne a falar de sua
empresa sempre que as encontrar. Quando perceberem que você está a
trabalhar firme e forte com sua empresa, mas que não toca nesse assunto
quando estão juntos, o mais normal é que lhe perguntem “se o negócio é
bom mesmo”. E não serão raros os casos de pessoas que após você falar
uma única vez lhe procurarão depois de seis meses ou mesmo um ano, já
falando em se cadastrar. E aí, amigo, as chances de você ter um
distribuidor comprometido em sua rede são muito maiores, pois ele aderiu
ao negócio por livre e espontânea vontade – e por algum motivo que só
ele sabe e que só à ele pertence, e não um que lhe fora imposto. Essa é
mais uma de minhas humildes dicas, mas encerro dizendo: “se comigo deu
certo, porque não daria com você?”.
O que você acha de experimentar?

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